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Primeiras estimativas feitas pelo simulador de desastres Eqecate colocam a supertempestade no quinto lugar do ranking das mais caras e destrutivas do país, liderado de longe por KatrinaCasas incendiadas, ruas e pontes interditadas, trens e metrôs inundados, subestações de energia danificadas, calçadas destruídas, pequenas e grandes empresas paralisadas. Ainda é difícil prever qual o saldo final da devastação provocada pela passagem rápida, porém violenta, da tempestade Sandy pelos Estados Unidos.Mas uma estimativa inicial feita pelo simulador de desastres Eqecate indica números amargos: entre 10 e 20 US$ bilhões de dólares. Se confirmada a cifra mais salgada, Sandy entrará para a quinta colocação na lista dos furacões mais caros e destrutivos da história americana.
Com o prejuízo, a tempestade desbacaria o furacão Ivan, que atingiu o país em 2004 gerando perdas de 18,8 bilhões de dólares. E mesmo que as perdas de Sandy somem 10 bilhões de dólares, ele ainda conquistará um lugar no ranking, que é liderado de longe por Katrina, o ciclone que custou mais de 100 bilhões para a economia americana.
Volta por cima
Apesar de assutar num primeiro momento, o prejuízo pode ser recompensado no longo prazo. Experiências com outros furacões que atingiram o país mostram que a necessidade urgente de reconstrução ajuda a criar empregos e estimular a atividade econômica.
Em uma análise sobre o que Sandy pode representar para a economia americana, o jornalWashington Post, quando o furacão Katrina atingiu Nova Orleans e costa do Golfo, em 2005, o efeito da devastação sobre indicadores econômicos nacionais foi significativo, mas de curta duração.
Na época, a economia dos EUA estava adicionando cerca de 200 mil empregos por mês, mas esse número caiu para 66 mil em setembro e subiu para 80 mil, em outubro de 2005. Em novmebro, apenas três meses após a tragédia, a figura mudou: 334 mil novos postos de trabalho foram criados.
Fonte:Exame
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